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Autor: Antônio Maluf |
I Bienal do Museu de
Arte Moderna de São Paulo - 1951
A I Bienal reuniu 1.800 obras enviadas por 21 paises e contou com a
presença de artistas de renome como Picasso, Di Cavalcanti, Portinari,
Brecheret, Bruno Giorgi, Segall, Morandi, Chastel, Giacometti, entre
outros. A premiação foi dividida em Prêmios Oficiais e Prêmios
Aquisição. Na seção nacional os Oficiais foram concedidos a:
Brecheret, Aldemir Martins, Danilo Di Prete e Oswaldo Goeldi ; os
Prêmios Aquisição para: Maria Leontina, Marcelo Grassmann, Tarsila do
Amaral, Heitor dos Prazeres, Ivan Serpa, Bruno Giorgi, Mário Cravo
Neto e Geraldo de Barros. Na seção internacional os Prêmios Oficiais
foram para: Roger Chastel, Edouard Pignon, Germaine Richier e Max
Bill. Os Prêmios Aquisição para: Willi Baumeister, Hans Uhlmann, N.
Roszrach, P. Clough, Robert Adam, Theodore Roszak, Alberto Magnelli e
Giuseppe Viviani. |
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Autor: Antônio Bandeira |
II
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1953
Em 1953, na II Bienal, começaram a ter destaque as Exposições
especiais e retrospectivas de artistas como Picasso, com "Guernica",
Volpi, Klee, Aldemir Martins, Alexander Calder, Mondrian, Bonadei,
Flávio de Carvalho, Manabu Mabe, Di Prete, entre outros. |
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Autor: Alexandre Wollner |
III
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1955
Na III Bienal os destaques ficaram para Cândido Portinari e Lasar
Segall, com suas retrospectivas e Max Bechamnn, Wilhelm Thony e André
Derain. As premiações foram feitas por técnicas: Pintura, escultura,
desenho, e gravuras, no âmbito nacional e internacional separadamente. |
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Autor: Alexandre Wollner |
IV
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1957
A IV Bienal, já instalada no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, contou com a
participação de 48 países, 694 artistas e cerca de 3 mil obras,
destacando-se a Exposição sob o título "4 Mil Anos de Vidro" que
apresentou uma evolução da história do vidro, desde os fenícios até
1957. Destaque para artistas como, Chagall, Jackson Pollock, Rivera e
outros. |
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Autor: Arnaldo Grostein |
V Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1959
Com 4 mil obras, a V Bienal apresentou 4 destaques: a sala
"Expressionismo" (Alemanha); "Quatro Séculos de Gravura" (França); a
Exposição "U j i k o-E" (Japão),com obras do século XVII e XVIII e a
mostra com obras de Van Gogh, uma iniciativa do museu holandês
Kroller-Muller. |
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Autor: Arnaldo Grostein |
VI
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1961
Para a VI Bienal, em 1961, inscreveram-se 51 países. Para esta Bienal,
além do Pavilhão Ciccillo Matarazzo, (36 mil m2) foi utilizado um
espaço vizinho de 38 mil m2 de área, para a Exposição
Internacional de Arquitetura, que contou com a participação de 202
arquitetos e 19 países. |
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Autor: Danilo Di Prete |
VII Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1963
Pela primeira vez estiveram presentes à Bienal, na VII, a Síria, o
Irã, a Coréia, o Taiti, o Senegal e Trinidade e Tobago. Participaram
de salas especiais: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho,
Tarsila do Amaral, Franz Krajberg, Manabu Mabe,Wega Neri, Emil Nolde
(Alemanha), Escola Kokoscha (Áustria) e Geer Van Velde (Holanda), além
de arte colonial boliviana e arte popular grega. |
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Autor: Dersio Bassani |
VIII Bienal do Museu de Arte Moderna
de São Paulo - 1965
A VIII
Bienal contou com a participação, pela primeira vez, da Nova Zelândia
e Filipinas. Além das Exposições de Artes Plásticas e Arquitetura,
houve a exposição de jóias e a Bienal do Livro e Artes Gráficas. A
premiação da seção nacional, foi para: Danilo Di Prete - pintura,
Sérgio Camargo - escultura, Maria Bonomi- gravura, Fernando Odriozola-
desenho. O Grande Prêmio Internacional foi concedido para: Alberto
Burri e Victor Vasarely - pintura, Kumi Sugal - gravura, Janez Bernik
- escultura, Marta Colvin e Joan Ponc - desenho. |
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Autor: Gobel Weyne |
IX Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1967
Sessenta países representaram a IX Bienal. Desta vez, a Etiópia, o
Líbano, Barbados, República do Sudão e Tailândia compareceram pela
primeira vez. Foram criadas salas especiais para artistas premiados em
Bienais anteriores, Além da realização da I Bienal de Ciência e
Humanismo, instalada em um pavilhão próximo ao da Bienal. |
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Autor: Maria Argentina Bibas |
X Bienal do
Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1969
Chipre, Malásia e Tunísia vieram pela primeira vez na Bienal, em 1969.
Nesta Bienal houveram apresentações especiais com a seleção de
tapeçaria francesas, as Salas Novos Valores, Arte Mágica, Fantástica e
Surrealista, além das salas em homenagem a Ismael Neri e Oswaldo
Goeldi. O grande Prêmio foi concedido a Erick Hausen, da Alemanha. |
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Autor: Godubin Belmonte & Moacyr Rocha |
XI Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1971
Doze mil obras de arte participaram da XI Bienal. Foram montadas salas
em homenagem a Sanson Flexor e a Semana de 22.O Prêmio "20 Anos de
Bienal" coube a Giuseppe Capogrossi, da Itália. A sala do Brasil
apresentou 30 artistas selecionados pela Pré-Bienal e mais de 60 na
sala "Vinte Anos de Bienal". Esta Bienal apresentou retrospectivas de
artistas premiados em Bienais anteriores, tornando possível uma
reflexão dos 20 anos de Bienal. |
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Autor: Cláudio Moschella |
XII Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1973
Mais de 15 mil obras foram expostas na XII Bienal. A computação
eletrônica, na concepção de um áudio visual, foi utilizada, pela
primeira vez, em uma Bienal. O destaque da mostra foi a sala
"Arte-Comunicação" que apresentou seção dedicada à comunicação e seus
problemas. Houveram, ainda as manifestações ligadas ao teatro, que
foram representadas por 29 artistas com obras de arquitetura,
cenografia, figurino, etc... O grande Prêmio foi para o belga
Jean-Michel Folon. |
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Autor: Rogério Batagliese & Maria Elisabeth S. Nogueira |
XIII Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1975
O destaque da XIII Bienal, foram as salas "Hors-Concours", de artistas
Latino-americanos como José Luis Cuevas do México, Fernando Szyzlo do
Peru, Augusto Torres do Uruguai, Luis Hernandes Cruz de Porto Rico e
Alejandro Otero da Venezuela. |
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Autor: Regis Madureira Cardieri |
XIV Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1977
A XIV Bienal, em 1977, trouxe uma modificação. Pela primeira vez, a
mostra foi organizada por um Conselho de Arte. Foi criado, então um
Conselho de Arte e Cultura (CAC), com poderes normativos. Até a XIV
Bienal, em 1977, haviam premiações nacionais, internacionais e prêmios
especiais. |
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Autor: Carlos Clémen |
XV Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1979
A partir da XV Bienal, em 1979, cuja mostra foi chamada a Bienal das
Bienais, a premiação foi abolida, só voltamos em 1988, na XX Bienal. A
XV apresentou obras de artistas premiados nas Bienais entre 1951 e
1977, mas não foi uma Bienal de retrospectivas. Os artistas
compareceram com suas obras recentes, o que permitiu avaliar o
significado de sua evolução em 28 anos de Bienal. |
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Autor: Claudio Moschella |
XVI Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1981
A partir da XVI Bienal, as obras passaram a ser agrupadas pelo sistema
da analogia de linguagem, e não por países, como era feito até então.
Esta metodologia foi introduzida pelo Prof. Walter Zanini. |
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Autor: Dario Chiaverini, Donato Ferrari & Celso Sparapan |
XVII Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1983
A XVII Bienal manteve a mesma estrutura da anterior. Uma grande
conquista da Bienal foi ter conseguido 50% do orçamento pago pela
iniciativa privada. Além de exposições de artistas nacionais e
estrangeiros houveram, ainda, duas grandes mostras de carater Plumária,
do Brasil. |
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Autor: Cláudia Stamacchia |
XVIII
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1985
A XVIII Bienal, em 1985, reuniu 46 países sob o enfoque "O Homem a
Vida." Sua principal característica foi a abordagem da produção
artística contemporânea por meio do circuito articulado de instalações
e de montagem da "Grande Tela". Esta Bienal contou, ainda, com a
performance dos jovens neo - expressionistas alemães e dos principais
pintores da transvanguarda internacional. |
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Autor: José Maria Lopez Prieto |
XIX Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1987
A XIX Bienal trouxe 53 países, apresentou 3.000 obras de 400 artistas.
A sua conceituação foi completamente diversa das outras e sua montagem
foi contestatória. Sua concepção fundou-se numa visão universalista- e
foi essa sua maior dimensão.
Além das tradicionais representações nacionais, apresentou exposições
especiais estrangeiras e brasileiras- "Imaginários Singulares", "Em
Busca da Essência" e "Marcel Duchamp". |
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Autor: Rodolfo Vanni |
XX Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1989
A XX Bienal, em seu 38º ano de existência resgatou, de certa forma,
uma linguagem com as principais Bienais. Foram escolhidas 3
Curadorias, o que inovou a forma de escolha e seleção de artistas
nacionais e internacionais. As premiações voltaram a existir, tanto no
âmbito nacional e internacional. A Fundação Alexandre de Gusmão
ofereceu Prêmios de Aquisição para os artistas nacionais. O Prêmio
Internacional foi uma escultura de Brecheret, "O Indio e a Suaçuapara".
Compareceram 41 países e teve participação de 24 artistas Brasileiros. |
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Autor: Rico Lins |
XXI Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1991
A XXI Bienal distinguiu-se por sua característica essencialmente
teatral. Não só ao nível das artes plásticas que produziram
instalações com conotação fortemente cênica, como as dos brasileiros
Alex Fleming, Maurício Bentes, entre outros e da Americana Ann
Hamilton, do Sueco Ulf Rollof, dentre os participantes estrangeiros. |
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Autor: Fernando Bakos |
XXII Bienal
do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1994
A XXII Bienal, com a curadoria do Prof. Nelson Aguilar, teve como
diretriz a questão do suporte. Integraram essa Bienal quase 200
artistas estrangeiros, sendo que alguns deles com instalações de
vídeos, 25 Salas Especiais e 26 brasileiros entre os quais Hélio
Oiticica, Lígia Clark , Mira Schendel, Tunga e Nuno Ramos, dentre os
estrangeiros, os americanos Joan Mitchell, Julian Schnabel e Robert
Rauschergue, o italiano Fabrizio Plessi, o Venezuelano Jesús Soto, o
cubano José Bedia, o Francês Pierre Tal-Coat, o belga Marcel
Broodthaers, o dinamarquês Pier Kirkeby e o grupo de artistas chineses
onde se destacou Deng Ling . Criou-se também um espaço museológico
onde foram expostos alguns dos precursores da arte contemporânea como
o russo Kazímir Malévitch. |
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Autor: Louise Burgeois |
XXIII
Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo - 1996
A XXIII Bienal de São Paulo teve com o tema "A desmaterialização da
arte no final do milênio" onde o curador geral Nelson Aguilar, trouxe
134 artistas de 75 países. |
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Autor: Desenho - Leonilson
Cartaz - Raul Loureiro & Rodrigo Cerviño Lopez |
XXIV Bienal
de São Paulo - 1998
A XXIV Bienal de São Paulo, sob a direção curatorial do curador -chefe
Paulo Herkenhoff foi estruturada em quatro segmentos: Núcleo
Histórico, "Roteiros. Roteiros..", Representações Nacionais e Arte
Contemporânea Brasileira. A XXIV Bienal não teve um tema geral mas sim
um conceito paradigmático: densidade (épaisseur, cf J.-F Lyotard's
Discours Figure), com seu caráter complexo e compacto na articulação
de objetos e idéias. O Núcleo Histórico da XXIV Bienal articulam uma
série de exposições individuais e coletivas , entre elas: Tarsila do
Amaral, Alfredo Volpi, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Maria Martins,
David Siqueiros, Alberto Giacometti, Armando Reverón, Francis Bacon,
Bruce Naumam entre outros, exposições dedicadas aos séculos XVI, XVII
e XVIII, exposições aos Monocromos, ao Modernismo Brasileiro e a
Livros e documentos do Modernismo Brasileiro. |
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Autores do Cartaz: Benjamin Yung & Guilherme Facci |
XXV Bienal
de São Paulo - 2002
O tema da XXV Bienal Internacional de Arte de São Paulo foi
Iconografias metropolitanas. Ele não se refere apenas à imagem da
metrópole na arte contemporânea, mas também à maneira pela qual
correntes de energia urbana influem na produção de nossos artistas
contemporâneos. Com 65 países convidados, a Bienal de São Paulo, que
no ano de 2001 completou 50 anos e cujas exposições ocupam uma área de
30.000 metros quadrados, formula pretensões globais. |
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Autor: Ziraldo |
XXVI Bienal de São Paulo - 2004
A 26.ª Bienal de Artes de São Paulo será realizada de 25 de setembro a
19 de dezembro de 2004 e terá como tema Território Livre. O evento,
que terá a curadoria de Alfons Hug, contará com 150 artistas de 62
países. |
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