MARTHA BOTO

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Sem título, 1960
Espelhos, acrílico, motor elétrico
48 x 38 x 22 cm


[1925 Buenos Aires, Argentina – 2004 Paris, França]
Pintora, escultora e artista cinética. Transferiu-se em 1959 para Paris, onde participou do Grupo GRAV. As variações óticas da luminosidade submetida ao movimento foram o mote prioritário das suas investigações. Trabalhou com os reflexos do plexiglass, interessada em modificar a percepção do espectador. Suas colunas e espelhos propõem espacialidades de reflexos infinitos. Seus trabalhos exemplificam a evolução de uma criadora que trata luz e movimento como mecanismos que se entrelaçam em seu funcionamento e produzem vibrações cromáticas.